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	<title>Comentários sobre: Mr. Bloom</title>
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	<description>Jornalista</description>
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		<item>
		<title>Por: Jarbas Martins</title>
		<link>http://www.marioivo.com.br/mr-bloom/comment-page-1/#comment-721</link>
		<dc:creator>Jarbas Martins</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 18:54:47 +0000</pubDate>
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		<description>Meu caro Laélio, de certa forma concordo com você.Itajubá, poeta  amado por nomes como Mário de Andrade e Manuel Bandeira, e não somente por eles, mas pelos leitores natalenses  da boa poesia, merece ser celebrado.Aliás todos os nossos poetas, da qualidade também de um Henrique Castriciano, Othoniel Menezes, Jorge Fernandes, Zila Mamede e os que se seguiram a esses em qualidade, merecem ser celebrados.O problema reside no fato de como celebrá-los, eliminando o elitismo arrogante da crítica universitária ( há exceções, claro) e um oportunismo, que mal oculta seu lado mercenário, advindo de pessoas sem ética e preparo intelectual.O Dia da Poesia Potiguar pode muito bem conviver com O Dia de Bloom, sem interferências de elitismos, arrogâncias, despreparos e populismos. Que acha, meu caro Laélio ? Que acha, meu caro Chico Ivan ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro Laélio, de certa forma concordo com você.Itajubá, poeta  amado por nomes como Mário de Andrade e Manuel Bandeira, e não somente por eles, mas pelos leitores natalenses  da boa poesia, merece ser celebrado.Aliás todos os nossos poetas, da qualidade também de um Henrique Castriciano, Othoniel Menezes, Jorge Fernandes, Zila Mamede e os que se seguiram a esses em qualidade, merecem ser celebrados.O problema reside no fato de como celebrá-los, eliminando o elitismo arrogante da crítica universitária ( há exceções, claro) e um oportunismo, que mal oculta seu lado mercenário, advindo de pessoas sem ética e preparo intelectual.O Dia da Poesia Potiguar pode muito bem conviver com O Dia de Bloom, sem interferências de elitismos, arrogâncias, despreparos e populismos. Que acha, meu caro Laélio ? Que acha, meu caro Chico Ivan ?</p>
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		<title>Por: Laélio Ferreira de Melo</title>
		<link>http://www.marioivo.com.br/mr-bloom/comment-page-1/#comment-720</link>
		<dc:creator>Laélio Ferreira de Melo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 14:50:51 +0000</pubDate>
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		<description>Jarbas, meu poeta.

Ainda bem que vosmecê reconhece que o Bloomsday do professor-doutor - graças a Deus! - fica restrito aos pináculos do círculo acadêmico e que é pobre o calendário cultural da &quot;filha de Poti mais bela&quot;...
Para o próximo Bloomsday - para dar uma cor mais local e mais democrática, mais popular ao evento - sugiro uma apresentação (uma performance, tá na moda!) do poeta Sopa D&#039;Osso, devidamente paramentado com o &quot;sobretudo verde-escuro&quot; de que trata acima, no meu comentário, a acadêmica Clotilde Tavares. E que, na festança, o festejado bardo, ao recitar um poema de Joyce em tupi-guarani, esteja de olhos loucos, em completo estado alterado de consciência... Como ele consegue a tal eu não sei, mas acho que é fácil conseguir a receita, na própria UFRN.
Afinal de contas, o roteiro da comemoração, com mais detalhes, quem dá (v. acima) é a citada professora Clotilde.
Eu continuo preferindo uma homenagem que fizessem as Academias, as duas, ao divino Ferreira Itajubá, ocasião na qual Fernando Tovar, nosso último modinheiro, cantasse a &quot;Barcarola&quot;...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Jarbas, meu poeta.</p>
<p>Ainda bem que vosmecê reconhece que o Bloomsday do professor-doutor &#8211; graças a Deus! &#8211; fica restrito aos pináculos do círculo acadêmico e que é pobre o calendário cultural da &#8220;filha de Poti mais bela&#8221;&#8230;<br />
Para o próximo Bloomsday &#8211; para dar uma cor mais local e mais democrática, mais popular ao evento &#8211; sugiro uma apresentação (uma performance, tá na moda!) do poeta Sopa D&#8217;Osso, devidamente paramentado com o &#8220;sobretudo verde-escuro&#8221; de que trata acima, no meu comentário, a acadêmica Clotilde Tavares. E que, na festança, o festejado bardo, ao recitar um poema de Joyce em tupi-guarani, esteja de olhos loucos, em completo estado alterado de consciência&#8230; Como ele consegue a tal eu não sei, mas acho que é fácil conseguir a receita, na própria UFRN.<br />
Afinal de contas, o roteiro da comemoração, com mais detalhes, quem dá (v. acima) é a citada professora Clotilde.<br />
Eu continuo preferindo uma homenagem que fizessem as Academias, as duas, ao divino Ferreira Itajubá, ocasião na qual Fernando Tovar, nosso último modinheiro, cantasse a &#8220;Barcarola&#8221;&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Jarbas Martins</title>
		<link>http://www.marioivo.com.br/mr-bloom/comment-page-1/#comment-718</link>
		<dc:creator>Jarbas Martins</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 14:32:25 +0000</pubDate>
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		<description>Nada contra o Bloomday&#039;s, que já se firmou como evento em nosso pobre calendário cultural.O professor Francisco Ivan merece todo nosso respeito, por ter  difundido na cidade (se bem que ainda restrito ao círculo acadêmico) o conhecimento da obra de James Joyce. Com competência e zelo profissional o professor-doutor Francisco Ivan  soube tocar o seu projeto para frente, com a colaboração de talentosos alunos e ex-alunos seus, de artistas talentosos como J.Medeiros ( que integra o quadro de funcionários da UFRN) e de professores como o  físico e escritor João da Mata. A cada ano o Bloomday&#039;s parece dizer que veio para ficar.Parabéns também para o blog de Mario Ivo que deu o destaque merecedíssimo para o evento.
                     Força e saúde é o que lhe desejo, meu caríssimo Chico Ivan.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nada contra o Bloomday&#8217;s, que já se firmou como evento em nosso pobre calendário cultural.O professor Francisco Ivan merece todo nosso respeito, por ter  difundido na cidade (se bem que ainda restrito ao círculo acadêmico) o conhecimento da obra de James Joyce. Com competência e zelo profissional o professor-doutor Francisco Ivan  soube tocar o seu projeto para frente, com a colaboração de talentosos alunos e ex-alunos seus, de artistas talentosos como J.Medeiros ( que integra o quadro de funcionários da UFRN) e de professores como o  físico e escritor João da Mata. A cada ano o Bloomday&#8217;s parece dizer que veio para ficar.Parabéns também para o blog de Mario Ivo que deu o destaque merecedíssimo para o evento.<br />
                     Força e saúde é o que lhe desejo, meu caríssimo Chico Ivan.</p>
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	<item>
		<title>Por: Laélio Ferreira de Melo</title>
		<link>http://www.marioivo.com.br/mr-bloom/comment-page-1/#comment-716</link>
		<dc:creator>Laélio Ferreira de Melo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 21:31:25 +0000</pubDate>
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		<description>DEU NO BLOGUE DE FRANKLIN JORGE:

Publicado em O Santo Ofício &#124; Nenhum comentário »

BLOOMSDAY ALOPRADO
18 de junho de 2010 Por Laélio Ferreira

Eureca! 

Descobri, agora, depois de velho, como se deve fazer para entender o “Ulisses” de Joyce! A receita – entre aspas, abaixo! – é de uma médica paraibana (Clotilde Tavares) que ensinava teatro na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Agora, só me resta saber como chegar ao “estado completamente alterado de consciência” do citado poeta “Sopa D’Osso”… Os grifos, abaixo, não são do original. 

ABRE ASPAS: “Em Natal, durante alguns anos, chefiei as comemorações do Bloomsday junto com Arlene Venâncio, na época aluna da pós-graduação do curso de Letras e que era entusiasmada com Joyce. Fizemos umas duas ou três comemorações na antiga A.S. Livros e uma na Bienal do Livro de Natal em 2003, que coincidiu com o Bloomsday. 

Este dia é comemorado em todo o mundo e as comemorações exigem que as pessoas declamem poemas de Joyce, bebam bastante, cantem e façam aquilo que se chama a “polifonia”: depois de ler o trecho final do monólogo de Molly Bloom, que encerra o livro, em quantas línguas forem possíveis entre os participantes, lê-se novamente o trecho em todas as línguas, em voz alta e ao mesmo tempo. Cabia a mim ler o trecho em português, o que me deixava sempre muito feliz. 

Além da polifonia, que tinha um efeito final muito excitante, lembro-me do belo Paulo Marcelo, aluno também da UFRN, cantando a canção irlandesa Molly Malone e finalmente do acontecimento mais inusitado que penso já ter havido em qualquer Bloomsday: na comemoração que houve na Bienal do Livro, no auditório repleto, enquanto se sucediam os recitativos, o recinto foi invadido pelo poeta Sopa D’Osso, emblemático na sua magreza, com seu sobretudo verde-escuro, olhos loucos, estado completamente alterado de consciência, a declamar um poema de Joyce traduzido por ele para o tupi-guarani. 

Fique então com o trecho final do monólogo de Molly Bloom, que é todo escrito assim mesmo, sem pontuação, pois essa era a técnica de Joyce, o famoso fluxo da consciência. Leia em voz alta e não procure entender. Deixe-se levar pelas palavras, deixe-se tomar pelo som da sua voz e comemore hoje comigo, com todos os leitores deste blog e com todos os joyceanos do mundo este escritor sem par, esta obra sem fronteiras.” FECHA ASPAS. 

Arre égua!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>DEU NO BLOGUE DE FRANKLIN JORGE:</p>
<p>Publicado em O Santo Ofício | Nenhum comentário »</p>
<p>BLOOMSDAY ALOPRADO<br />
18 de junho de 2010 Por Laélio Ferreira</p>
<p>Eureca! </p>
<p>Descobri, agora, depois de velho, como se deve fazer para entender o “Ulisses” de Joyce! A receita – entre aspas, abaixo! – é de uma médica paraibana (Clotilde Tavares) que ensinava teatro na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Agora, só me resta saber como chegar ao “estado completamente alterado de consciência” do citado poeta “Sopa D’Osso”… Os grifos, abaixo, não são do original. </p>
<p>ABRE ASPAS: “Em Natal, durante alguns anos, chefiei as comemorações do Bloomsday junto com Arlene Venâncio, na época aluna da pós-graduação do curso de Letras e que era entusiasmada com Joyce. Fizemos umas duas ou três comemorações na antiga A.S. Livros e uma na Bienal do Livro de Natal em 2003, que coincidiu com o Bloomsday. </p>
<p>Este dia é comemorado em todo o mundo e as comemorações exigem que as pessoas declamem poemas de Joyce, bebam bastante, cantem e façam aquilo que se chama a “polifonia”: depois de ler o trecho final do monólogo de Molly Bloom, que encerra o livro, em quantas línguas forem possíveis entre os participantes, lê-se novamente o trecho em todas as línguas, em voz alta e ao mesmo tempo. Cabia a mim ler o trecho em português, o que me deixava sempre muito feliz. </p>
<p>Além da polifonia, que tinha um efeito final muito excitante, lembro-me do belo Paulo Marcelo, aluno também da UFRN, cantando a canção irlandesa Molly Malone e finalmente do acontecimento mais inusitado que penso já ter havido em qualquer Bloomsday: na comemoração que houve na Bienal do Livro, no auditório repleto, enquanto se sucediam os recitativos, o recinto foi invadido pelo poeta Sopa D’Osso, emblemático na sua magreza, com seu sobretudo verde-escuro, olhos loucos, estado completamente alterado de consciência, a declamar um poema de Joyce traduzido por ele para o tupi-guarani. </p>
<p>Fique então com o trecho final do monólogo de Molly Bloom, que é todo escrito assim mesmo, sem pontuação, pois essa era a técnica de Joyce, o famoso fluxo da consciência. Leia em voz alta e não procure entender. Deixe-se levar pelas palavras, deixe-se tomar pelo som da sua voz e comemore hoje comigo, com todos os leitores deste blog e com todos os joyceanos do mundo este escritor sem par, esta obra sem fronteiras.” FECHA ASPAS. </p>
<p>Arre égua!</p>
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	<item>
		<title>Por: Laélio Ferreira de Melo</title>
		<link>http://www.marioivo.com.br/mr-bloom/comment-page-1/#comment-715</link>
		<dc:creator>Laélio Ferreira de Melo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 21:29:09 +0000</pubDate>
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		<description>Bloomsday&#039;s e Baobás em Natal - Grande Frescura!

M O T E: 

Bloomsday? Isto é frescura
Por que não Itajubá? 

G L O S A: 

Ó Alá, que noite escura
aqui na minha cidade!
Imensa é a mediocridade:
Bloomsday? Isto é frescura!
Quem os “donos” da cultura?
Jornalistas do jabá,
imortais do baobá,
os professores, doutores?
- minha terra tem horrores,
por que não Itajubá? (*)

 

(*) Manuel Virgílio Ferreira, ou Ferreira Itajubá (Natal, 21 de Agosto de 1876 – Rio de Janeiro, 30 de Junho de 1912) foi o maior poeta potiguar, de todos os tempos.

*****

Canção do Exílio Araqueado


(Imitação burlesca)
Laélio Ferreira 

Minha terra tem besteiras,
Quantas asneiras têm lá;
Bloomsdays e Exuperys
À sombra de um baobá. 

Nosso céu tem mais fumaça
Do que no Beco da Lama,
Nossos vates mais produzem
Quando encostam um chara à chama. 

Cismando, sozinho, à noite,
Se mais grana encontro eu lá;
Minha terra tem jornais
Onde se arranja o jabá! 

Minha terra tem horrores,
Que tais não os vejo por cá;
Em pensar – noite e mais noite –
No que vou fazer por lá;
Minha terra tem besteiras:
Me agarro com o baobá! 

Não permita Alá que eu corra
Dos imbecis que tem lá;
Sem que malhe os capadócios
Que não encontro eu por cá:
Bloomsdays e Exupérys
Arrenego, quá-quá-quá…!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bloomsday&#8217;s e Baobás em Natal &#8211; Grande Frescura!</p>
<p>M O T E: </p>
<p>Bloomsday? Isto é frescura<br />
Por que não Itajubá? </p>
<p>G L O S A: </p>
<p>Ó Alá, que noite escura<br />
aqui na minha cidade!<br />
Imensa é a mediocridade:<br />
Bloomsday? Isto é frescura!<br />
Quem os “donos” da cultura?<br />
Jornalistas do jabá,<br />
imortais do baobá,<br />
os professores, doutores?<br />
- minha terra tem horrores,<br />
por que não Itajubá? (*)</p>
<p>(*) Manuel Virgílio Ferreira, ou Ferreira Itajubá (Natal, 21 de Agosto de 1876 – Rio de Janeiro, 30 de Junho de 1912) foi o maior poeta potiguar, de todos os tempos.</p>
<p>*****</p>
<p>Canção do Exílio Araqueado</p>
<p>(Imitação burlesca)<br />
Laélio Ferreira </p>
<p>Minha terra tem besteiras,<br />
Quantas asneiras têm lá;<br />
Bloomsdays e Exuperys<br />
À sombra de um baobá. </p>
<p>Nosso céu tem mais fumaça<br />
Do que no Beco da Lama,<br />
Nossos vates mais produzem<br />
Quando encostam um chara à chama. </p>
<p>Cismando, sozinho, à noite,<br />
Se mais grana encontro eu lá;<br />
Minha terra tem jornais<br />
Onde se arranja o jabá! </p>
<p>Minha terra tem horrores,<br />
Que tais não os vejo por cá;<br />
Em pensar – noite e mais noite –<br />
No que vou fazer por lá;<br />
Minha terra tem besteiras:<br />
Me agarro com o baobá! </p>
<p>Não permita Alá que eu corra<br />
Dos imbecis que tem lá;<br />
Sem que malhe os capadócios<br />
Que não encontro eu por cá:<br />
Bloomsdays e Exupérys<br />
Arrenego, quá-quá-quá…!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Jarbas Martins</title>
		<link>http://www.marioivo.com.br/mr-bloom/comment-page-1/#comment-711</link>
		<dc:creator>Jarbas Martins</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 01:19:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.marioivo.com.br/?p=2324#comment-711</guid>
		<description>Pra que ver essa peça, meu caro Chico Ivan ? Derna que eu era fóssil, como diz o Mario Ivo, que você
e James Joyce vivem representando EXILES em Natal. Sucesso, nesta nova empreitada, e um abraço de estima e consideração.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pra que ver essa peça, meu caro Chico Ivan ? Derna que eu era fóssil, como diz o Mario Ivo, que você<br />
e James Joyce vivem representando EXILES em Natal. Sucesso, nesta nova empreitada, e um abraço de estima e consideração.</p>
]]></content:encoded>
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