Como dois ou três de vocês já perceberam, o sobrescrito anda meio que ausente deste espaço, ou ausente e meio.
Será assim, ao menos até meados de janeiro de 2010, se deus quiser e o diabo permitir, que ambos estão sempre por aqui, ali e acolá estendendo suas velas para nossos fósforos molhados.
Mas, impossível não comentar dois causos recentes no Arraial de Palumbo:
- A batina de ouro de 221 mil quilates do padre-galã Fábio de Melo (uma espécie de Fábio Faria dos altares); e
- O babado de um secretário municipal (de quê mesmo?) sobre babados fortes envolvendo a mídia local – o que muito me lembrou aquele programa da Sônia Abrão, com muita fofoca e frescura. O nome do secretário que me fez escrever pela primeira vez na vida o termo babado forte? Eugênio Bezerra, também crooner de uma banda de roque, local.
Comentar o quê mesmo?
Ah, nada.
O padre vinha rezar uma missa, se envolveu num esquema de shows, cantorias, dízimos e saiu embolsando mais de duzentos contos.
Já o secretário, bom, esse ajoelhou, mas preferiu não rezar.
Vão para o Céu?
Acho que sim. (Gabriel Chalita os espera, de braços abertos.)
O que me faz lembrar aquele ditado – ótimo – meninas boas vão para o Céu, meninas más vão pra qualquer lugar.
