Brigitte Bardot & Saint-Tropez: um idílio

4 de agosto de 2010

Sensual, livre, provocante, Brigitte Bardot revolucionou a moral e representa a mulher em todo o seu esplendor.

Um substantivo para o título e três adjetivos para descrição inicial de uma exposição inteiramente dedicada a B.B., tentam resumir quem os próprios organizadores definem como “símbolo da feminilidade” e “a atriz mais cobiçada do mundo”, “adulada”, aliás, “por todo o mundo”.

A mostra, aberta de 23 de junho a 31 de outubro, aproveitando o auge do verão europeu e mergulhando ainda nos inícios do outono, promete aos visitantes um passeio pela “vida tumultuada” da atriz criada por deus e amada por um monte de homens, e agora totalmente voltada aos bichos e à direita no esquadro político.

Objetos pessoais, fotografias, músicas, filmes, programas de tevê, entrevistas etc. prometem fazer o visitante “sonhar e ser seduzido”, garante a prefeitura de Saint-Tropez, que promove o evento.

Nem a praia, nem a atriz, claro, são mais as mesmas. Sobre a exposição, um sociólogo francês explicou o porquê do abandono do topless nas areias mais badaladas da França:

O que um dia foi moda hoje é trash.

*

Pra curtir: B. B. na primeira versão do clássico Je t’aime moi non plus, que a atriz, melindrosa, pediu para ser retirada das lojas, para não prejudicar sua imagem.

E a versão mais ouvida, com Jane Birkin, que nem francesa era.

2 Já Comentaram para “Brigitte Bardot & Saint-Tropez: um idílio”

  1. Leonor disse:

    por falar em frança, lembrei de tua paixão por vinis:

    http://screamyell.com.br/blog/2010/08/11/comprando-vinis-com-robert-crumb/

  2. soraia disse:

    susto! se colocar um vestidinho azul na BB da foto, ela ficará a própria Alice (Lewis Carroll).

Deixe um Comentário