A assessoria da deputada Fátima Bezerra envia email noticiando visita-reunião no Ministério da Cultura.
O presidente da Fundação Zé Augusto, Mr. Crispiniano Neto, também foi.
O resultado? Cerca de um milhão de reais para quatro projetos de fomento à área cultural deste Ryo Grande. A saber:
1º Encontro de Bandas do RN, que vai reunir 140 bandas de música do estado.
Projeto Oficinas, a ser realizado pelo Instituto Musical Waldemar de Almeida e voltado para 875 músicos e produtores musicais.
Carreta-palco, “espécie de palco ambulante que vai rodar nas cidades que não dispõem de espaços culturais institucionalizados”.
Festival Agosto de Teatro, com a participação de 20 grupos teatrais, mais oficinas técnicas (maquiagem, iluminação, “entre outras”). O legal é que – segundo o informe – “para a realização do Festival, a FJA vai às cidades do interior ouvir os fazedores de teatro a fim de construir, coletivamente, o evento”. Pois, corram, que agosto está aí.
Enfim, as boas intenções superlotam o inferno e há quem poderia dizer “Antes tarde do que nunca”.
Eu prefiro dizer “Agora é tarde”.
Muito tarde.
Risível se não fosse trágico o comentário do presidente da Fundação:
Esta será uma oportunidade de realizar alguns projetos que vínhamos tentando, mas não conseguíamos fazer só com o orçamento da Fundação.
É como se, no apagar das luzes, alguém corresse pra bodega da esquina para comprar velas – e se esquecesse dos fósforos.


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Cômico, se não fosse trágico! O Partido dos Trabalhadores (PT) mostrou ser um “desastre” na gestão da coisa pública. Parafraseando a canção: “Isso é o fim!”. Lamentável…
Também vi um Boitatá pedindo uma piúba à Caapora, que montava uma Burrinha-de-Padre, levando o Saci-Pererê na garupa. Cantava a Mãe-da-Lua ao meio dia, com um saco de papai Noel cheio de cultura. por isso eu acredito em tudo que me contam.