a falência de deus

Encontrar Charlotte Gainsbourg na padaria é sinal de que a vida ainda vale a pena e pouco importa se a expressão anterior leva crase ou não. Porque não é todo dia que o sujeito sai de casa e dá de cara com Charlotte Gainsbourg na fila do pão. Ou da baguette. Ou do croissant. It’s [...]

hai kai

 
by the way
o amor é sempre
uma primeira vez

Breve história de myself

Uma vez pensei que a solução seria ser ghost writer de mim mesmo.
Mas eu cobrava muito caro e não tinha como esconder que nunca poderia pagar.
Ao menos não essa exorbitância que me cobrava.
Resultado, me desentendi.
Fiquei assim, meio amuado, meio dividido, meio eu pra lá, meio eu pra cá.
Até o dia em que resolvi largar da [...]

No country for old (wo)men

Não se recomenda a ninguém Amour, amor.
Quem quiser que encare.
Por conta e risco.
Risco de gostar, risco de desgostar – sempre haverá um risco no Amor e em assistir Amour, de Michael Haneke, com Jean-Louis Trintignant e a excepcional Emanuelle Riva, oitenta e cinco anos quando o filme foi lançado, ano que passou.
(O excepcional aí atrás, [...]

Perpetuar o mal, garantir o bem

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No dia em que o papa vai sem ter morrido, vem a lembrança do monólogo do Giulio Andreotti livremente construído pelo diretor Paolo Sorrentino, através do incrível Tony Cervillo, no não menos incrível Il divo, la spettacolare vita di Giulio Andreotti (2008). Lá pras tantas um religioso cita uma frase do jornalista Indro Montanelli:
De Gasperi [...]

La caza

Tras de un amoroso lance,
y no de esperanza falto,
volé tan alto, tan alto,
que le di a la caza alcance.
 
Para que yo alcance diese
a aqueste lance divino,
tanto volar me convino,
que de vista me perdiese;
y con todo, en este trance,
en el vuelo quedé falto;
mas el amor fue tan alto
que le di a la caza alcance.
 
Cuando más alto [...]

patti hansen, na vogue, sobre keith: “ele simplesmente não lidou com o problema, se sentiu completamente desamparado, não sabia o q fazer.”

keith Richards, na veja, sobre o câncer da mulher, diz q pediu ao médico: “passe esse câncer p mim, sou durão, tiro de letra.”

journey, pelo senhor bob esponja http://bit.ly/DTGtA

revi ontem http://bit.ly/9th1Hi ‘open arms’ do journey na trilha

ainda domingo. http://bit.ly/d1BiUr

domingo.

O marqueteiro – [e V]

A família de Alexandre Macedo sempre foi madrugadora. Das 5h30 às 7h da manhã o tempo era dedicado à leitura dos jornais – menino, gostava de saber o que acontecia na cidade, no estado, no mundo.
Desde criança, também, era “fascinado” pela política. Aluno Marista durante 12 anos, do pré-primário ao pré-vestibular, foi no colégio onde [...]

O marqueteiro – [IV]

Eu fiquei especialista em campanhas onde os candidatos iniciam com poucas condições de vitória.
A frase foi pinçada, de propósito, em meio a mil e outras declarações. Claro que não está fora de contexto algum, isolada aqui para distorcer algo – mas serve de alavanca para outro tema da entrevista: as eleições 2010.
Alexandre Macedo é cuidadoso. [...]

O marqueteiro – [III]

Existe no RN uma forma de carimbar as pessoas: fulano é agripinista, beltrano é wilmista, sicrano é garibaldista, fulano de tal é micarlista. Eu sou um profissional da comunicação. Profissional esse que foi extremamente valorizado e respeitado pela política Wilma de Faria.
Alexandre Macedo recusa o rótulo e a fama de marqueteiro de um político só, [...]